FRANÇA GARANTE APOIO AO CHADE
Depois dos confrontos do fim de semana passado no Chade entre rebeldes e forças militares, a poeira volta a assentar na capital do país, N'Djamena. As milhares de pessoas que procuraram abrigo em Camarões e na Nigéria começam o caminho de volta para casa.
O presidente do Chade, Idriss Deby, garantiu que as forças armadas mantém o controle do território e em agradecimento ao apoio militar de Paris afirmou que estar disposto a perdoar os franceses envolvidos no caso da ONG Arca de Zoé (seis franceses membros dessa organização não governamental foram condenados a 8 anos de trabalhos forçados pela justiça chadiana por tentarem embarcar para a França, em Outubro do ano passado, com mais de cem crianças do Chade).
O Ministro da Defesa francês, Hervé Morin, em uma rápida passagem pelo Chade, essa quarta-feira, assegurou que a França está disposta a apoiar militarmente a reestruturação do país. Hervé aproveitou a ocasião para visitar os 1.500 soldados franceses no terreno.
A França surge como o país que mais defende políticas em benefício do Chade junto às instâncias internacionais, concluem os analistas.
O governo chadiano disse que no dia 28 de janeiro a Aliança rebelde fez sair do Sudão uma tropa militar para atacar N'Djamena.
Informações da Cruz Vermelha internacional, divulgadas hoje, dão conta que o conflito no Chade já causou perto de 160 mortes e milhares de feridos.
NOTA: Informações complementares sobre o Chade veja (neste blog) coluna de 06/02/2008.
RICE E MILIBAND VISITAM O AFEGANISTÃO
A Secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Miliband, dirigiram-se essa quinta-feira ao Afeganistão para instar os aliados da NATO a enviarem mais militares para o país.
Rice e Miliband, que viajaram juntos de Londes a Cabul, fizeram uma breve escala na capital afegã e depois seguiram para a base aérea de Kandahar, no sul do país.
Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha possuem o maior número de militares estacionados no Afeganistão. A visita da Secretária norte-americana e do Ministro britânico ao país foi motivada após a recusa da Alemanha em enviar mais soldados para Cabul e de o Canadá ter ameaçado retirar suas tropas do terreno se um reforço militar não for avançado na região.
O Afeganistão conta atualmente com 43 mil soldados da NATO, além de quase 20 mil militares de uma coligação internacional liderada pelos Estados Unidos. Todo esse contingente tem por objetivo apoiar o governo do presidente afegão, Hamid Karzai.
TRABALHAR MAIS DE 40 HORAS SEMANAIS PREJUDICA A SAÚDE
Um estudo avançado pelo governo regional de Barcelona concluiu que trabalhar mais de 40 horas semanais põe em risco a saúde, especialmente no caso das mulheres, que, de acordo com o estudo, esticam a jornada de trabalho com os afazeres domésticos e "emocionalmente respondem pior à pressão."
Os pesquisadores, que durante um ano acompanharam 2.792 pessoas de diversas profissões e classes sociais, descobriram que as horas a mais de trabalho podem provocar ansiedade, depressão e problemas relacionados com o coração.
O trabalho dos cientistas da Agência de Saúde Pública de Barcelona será publicado essa semana na revista Scandinavian Journal of Work, Environment e Healt.
EFEMÉRIDE
07,Fevereiro,1992 - Países da Europa Ocidental estabelecem a União Europeia ao assinarem o Tratado de Maastricht, que previa uma maior integração econômica e lançava as bases para uma moeda única europeia: o euro.
DITO
"As coisas só são amargas se as engolirmos." ALexandre O'Neill (1924-1986) - poeta português descendente de irlandeses.
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