SARKOSY - 100 DIAS DEPOIS
O presidente françês Nicolas Sarkosy iniciou seu mandato com a popularidade em alta. Em julho as pesquisas mostravam que 66 por cento dos franceses estavam bastante satisfeitos com o desempenho do novo chefe de governo. Em Agosto esse número desce 5 pontos percentuais.
O sexto presidente da quinta República francesa toma posse a 16 de Maio de 2007. No discurso inaugural promete afastar-se dos costumes do passado e tornar a França a maior economia da Europa. A abertura para uma política de coalisão com a esquerda é posta em prática com a nomeação do adversário socialista Bernard Kouchner para ministro dos negócios estrangeiros. O sistema de cotas, uma das bandeiras de campanha, é inibido na escolha dos ministros - dos 32 apenas 11 são mulheres. Ao escalar duas mulheres para compor sua bancada ministerial, uma de origem senegaleza e outra árabe baixa o tom dos discursos mais inflamados.
No que toca à economia, as garantias beiram a dúvida - a França apresentou no segundo semestre um crescimento de 0,3% e um aumento no défice comercial. Parece que os franceses vão ter que aguardar um pouco mais para gozar do pleno emprego e poder comprar mais, outros dois pontos que contribuiram para a vitória do conservador nas urnas.
No palco internacional o líder francês é aplaudido quando, em julho, vence as negociações para a libertação das enfermeiras búlgaras e do médico palestiniano.
As luxuosas férias na américa levantam polêmica e arranham a popularidade de Sarkosy. Um jornal alemão resolveu publicar os salários dos líderes dos sete países mais ricos do mundo, mais a Rússia. Nicolas Sarkosy aparece na confortável 6ª posição com um salário mensal de 6.600 euros.
NOTA
#Veja artigo complementar (neste blog) "PRESIDENCIAIS FRANCESAS"- de 18/07/2007
PRIMEIRO MINISTRO BELGA DEMITE-SE
Yves Leterme, vitorioso nas legislativas belgas de junho passado, apresentou essa quinta-feira o seu pedido de demissão ao rei Alberto III. Leterme alega que não consegue convencer os partidos da coligação a votarem no projeto de governo que defende para a Bélgica. O soberano acatou a demissão do líder e estuda agora uma saída viável para a crise que pertuba o país. Cabe ao monarca decidir se nomeia uma nova bancada ou se convoca eleições antecipadas.
As lideranças francófonas e flamengas não chegaram a um acordo sobre a reforma do Estado que garante maior autonomia às regiões de Flandres, Valônio e Bruxelas, uma das principais promessas de campanha de Yves Leterme.
Leterme chega a primeiro ministro do governo belga para suceder, Guy Vernofstadt, que também renunciou ao cargo no passado mês de Junho.
NOTA
#Veja artigo complementar (neste blog) "PRIMEIRO MINISTRO DA BÉLGICA RENUNCIA AO CARGO.... - de 19/07/2007
NOVOS FOCOS DE DOENÇAS CONTAGIOSAS PREOCUPA OMS
Um estudo da OMS (Organização Mundial de Saúde) aponta para a hipótese de aparecerem novas epidemias em redor do mundo, nos próximos anos. Os representantes da OMS acreditam que o crescente acesso de pessoas aos transportes aéreos (mais de 2 milhões por ano),faz com que os riscos de contágios de um ponto a outro do globo aumente consideravelmente.
As epidemias tendem a surgir com maior resistência aos tratamentos, atestam as pesquisas. "A ameaça deve ser encarada como uma causa universal, numa solidariedade coletiva contra uma ameaça partilhada com os países do mundo", conclui Margaret Chan, diretora geral da OMS.
Estudos revelam que desde os anos 70 foram identificados mais de 40 novas doenças. Nos últimos 5 anos os investigadores detectaram mil e cem novas epidemias, entre estas, a Gripe da Aves que surgiu na China e voou para mais de 30 países, provocando a morte de 800 indivíduos. No ano 2000 em Uganda (África) foram registradas 224 vítimas do ébola.
O estudo da OMS sugere esforços continuados para prevenir e combater epidemias que podem ser fatais para a saúde das pessoas, como o cólera, a febre amarela, entre outros.
DATA HISTÓRICA
24,Agosto,1780
Luis XVI (último rei de França) decreta o fim da tortura como meio de confissão dos suspeitos.
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