terça-feira, 17 de julho de 2007

IRAQUE EM CHAMAS. ATÉ QUANDO?

Lisboa,maio/2007-Há mais de 4 anos a população iraquiana sofre as consequências desastrosas da arrogância do presidente americano, George W. Bush.
Um fogo cruzado sem razão de ser.Famílias inteiras dizimadas.Explosões quase que diárias. Uma guerra deflagrada com base em falsos pretextos-uma vez que não foram detectadas a existência das tais armas de destruição maciça e não foi provado que Sadan Hussein usava o petróleo para patrocinar facções terroristas. Mesmo descartada tal hipótese e sem o aval da ONU o presidente Bush teimou e avançou com o apoio incondicional do premiê britânico,Tony Blair.Principal aliado.
Apesar de alguma resistência por parte dos iraquianos e do crescente número de baixas das tropas invasoras o conflito prossegue atá os dias atuais.
Na semana passada Bush pediu que o congresso aprove uma lei para liberar fundos aos militares americanos na guerra.Ele teme em deixar o Iraque antes de o governo poder defender-se por si própio.E avança com a idéia de que radicais terroristas podem tomar o controle da situação e usarem o petróleo para financiar suas ações perigosas.
Candidatos republicanos à casa branca em 2008 apesar do apoio a missão norte americana, criticam a condução da guerra por Bush e seu governo.
Os democratas mantêm a ofensiva e exigem um rápido fim à guerra. Nancy Pelosi,presidente da câmara dos representantes, também democrata, estuda proposta que financiaria as operações das tropas somente até julho.
A proposta de Hillary Clinton, apontada como candidata presidencial democrata nas eleições de novembro, critica a política fracassada do presidente Bush.Na convenção do seu partido realizada na califórnia,em abril, ela prometeu acabar com a guerra no Iraque, caso vença as eleições.
Enquanto democratas e republicanos travam uma batalha pela disputa das eleições em 2008 quando será eleito o 44º presidente dos Estados Unidos, milhares de vidas são sacrificadas no Iraque. Bush insiste na idéia absurda de impor a paz ao povo iraquiano com uma metralhadora giratória em sua mão desgovernada.

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