domingo, 22 de julho de 2007

LÍBANO - UM ANO APÓS A GUERRA ENTRE O HEZBOLLAH E ISRAEL

O Líbano é hoje um país em ruínas, depois da guerra entre o Hezbollah (grupo terrorista libanês) e Israel, em julho de 2006.
O resultado do sangrento confronto foi devastador - morrreram 158 israelitas, sobretudo militares. Do lado libanês, 1200 mortos e mais de 4 mil feridos.Os desabrigados chegam perto de 1 milhão. Em poucos dias casas, estradas, aeroportos, centrais elétricas foram destruídas.
Por falta de avanço nas reformas exigidas pelos países doadores, a reconstrução do país fica comprometida.Dos 8 mil milhões de dólares prometidos ao governo libanês, só pouco mais de mil milhões foram liberados. O país enfrenta uma grave crise com o braço-de-ferro do Hezbollah e o primeiro-ministro, Fuad Siniora que lança apelo ao diálogo.
A FINUL (forças interinas das Nações Unidas no Líbano) fala de missão bem sucedida, apesar dos incidentes que tiraram a vida de 6 soldados espanhois.


MANDATO EUROPEU DE CAPTURA

De acordo com o balanço da Comissão Européia (CE) -braço executivo da União Européia (UE) - no ano de 2005 foram detidos 1700 suspeitos, graças ao Mandato Europeu de Captura. Para facilitar o trabalho do EUROJUST - organismo criado com vista a combater criminalidades nas fronteiras da UE - problemas que atacavam a liberdade dos indivíduos foram revistos. A própia legislação foi alterada em muitos dos 27 Estados-membros da UE.
A CE pede aos países membros do bloco europeu que sejam mais flexíveis para que o mandato de captura seja mais eficaz.


MAIS DE 450 MILHÕES DE EUROS RECUPERADOS

No ano passado a OLAF (organização de luta antifraude da União Européia -UE) recuperou mais de 450 milhões de euros perdidos por fraudes e outras irregularidades aplicadas ao erário comunitário. Dados da OLAF comprovam que nesse ano as queixas oriundas sobretudo dos Estados-membros da UE já ultrapassam as oitocentas.
Franz-Hermann Brunner, diretor da OLAF, diz que os progressos na luta contra a fraude têm a ver com a boa colaboração dos países investigados. A Itália lidera a relação dos envolvidos em fraude com 71 dos 195 novos casos abertos. Em seguida aparece a Bélgica com 70 e a Alemanha com 68 acusações. Em Portugal foram abertos 13 novas investigações.
Os fundos agrícolas aparecem como maior reduto de irregularidades, face ao ano anterior.Os especialistas garantem que as fraudes de fundos estruturais diminuiram.


O VOLGA PEDE SOCORRO

O rio Volga, o mais longo da Europa com 3.690 km, enfrenta sérios riscos ambientais. Na sua bacia concentra-se mais de 40 por cento da população e quase metade da indústria e agricultura da Rússia. O descuido ambiental por parte das indústrias e das autoridades faz com que o rio apresente graves níveis de poluição, chegando a prejudicar a pesca do "esturjão" (peixe encontrado nas proximidades do delta do Volga cujas ovas dão origem ao famoso caviar).
Investigadores russos e da Europa trabalham em parceiria para tentar evitar um desastre ecológico na mais importante via fluvial da Rússia.
O Volga guarda junto ao seu leito importantes cidades, além de Moscou.

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